A Petrobrás tem informado que “não poderá atender todos os pedidos de combustíveis para novembro”. Contudo, segundo informações do G1, a empresa reduziu o processamento de petróleo e produção de derivados.
Segundo matéria do G1 “Dados da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) mostram que a planta processou 1.546.811 metros cúbicos (m³) de petróleo em setembro. Na comparação com o mesmo período do ano passado, a redução é de 10,5%”
A Petrobrás emitiu nota em dia 19 de outubro, informando que “os pedidos extras solicitados para novembro vieram 20% acima da sua capacidade de suprimento no caso do diesel e 10% acima em relação à gasolina, configurando-se como uma demanda atípica tanto em termos de volume como no prazo para fornecimento.”
Vejam o volume de gasolina produzida pela Petrobrás:
- Jan/21: 428.111m³
- Fev/21: 376.687m³
- Mar/21: 370.141m³
- Abr/21: 361.877m³
- Mai/21: 502.505m³
- Jun/21: 489.950m³
- Jul/21: 451.405m³
- Ago/21: 470.317m³
- Set/21: 446.017m³
Veja agora em relação ao diesel:
- Jan/21: 820.994m³
- Fev/21: 768.757m³
- Mar/21: 935.134m³
- Abr/21: 821.494m³
- Mai/21: 918.482m³
- Jun/21: 896.801m³
- Jul/21: 926.724m³
- Ago/21: 855.291m³
- Set/21: 633.724m³
Diminuindo a produção não aumentará o preço ainda mais dos combustíveis, em face da lei da oferta e da procura?
Segundo o g1, a Petrobras foi procurada para comentar os resultados de setembro e o motivo da queda na produção dos derivados, mas a estatal não se manifestou até esta publicação.