Por Esdras Dantas de Souza
Num momento em que a advocacia brasileira enfrenta desafios singulares, é imprescindível refletirmos sobre a necessidade de uma liderança que compreenda e atenda às demandas da classe. Não se trata apenas de ter alguém no comando, mas sim de ter um líder que genuinamente se identifique com os anseios dos advogados e advogadas do nosso país.
É inegável a complexidade dos desafios que temos enfrentado: um Poder Judiciário moroso e de difícil acesso, trazendo entraves para a busca da tutela jurisdicional tão almejada pelos representantes do cidadão. A advocacia, como um dos pilares fundamentais na manutenção do Estado de Direito, merece ter uma voz forte e representativa que não apenas escute, mas compreenda e aja em prol de seus anseios.
Urge a necessidade de uma liderança que esteja disposta a agir, não somente pensando em suas próprias vontades, mas também considerando as necessidades reais dos profissionais do Direito. A representação da classe advocatícia exige mais do que um cargo de destaque, requer alguém que se comprometa verdadeiramente a ser a voz de mais de 1.370 mil advogados e advogadas, que trabalham incessantemente na defesa dos direitos e da justiça.
Estamos todos à espera de uma liderança que não apenas lidere, mas que também inspire, defenda e promova os interesses da advocacia brasileira. Que estejamos atentos e unidos nessa busca por um representante que faça jus à nossa classe, promovendo as mudanças tão necessárias para uma advocacia mais digna e respeitada.