Via www.metropoles.com – No DF, a Secretaria de Pessoa com Deficiência estima que o distúrbio do desenvolvimento neurológico atinja cerca de 15 mil pessoas.
“Embora nossos filhos não falem eu te amo, não falem nosso nome, a gente sente o amor deles com gestos e afagos”. A descrição do sentimento é do fotógrafo Anderson Marques, 31 anos, pai de Luísa, 4, e Dylan, 2, 2, ambos diagnosticados com Transtorno de Espectro Autista (TEA). Sem cara e sem cura, o Dia Mundial da Conscientização do Autismo é celebrado todo 2 de abril, desde 2007. A data foi criada pela Organização das Nações Unidas (ONU), com objetivo de reduzir o preconceito com a população através de maior disseminação de informação.
No Distrito Federal, a Secretaria da Pessoa com Deficiência estima que o distúrbio do desenvolvimento neurológico atinja cerca de 15 mil pessoas. Em âmbito nacional, é estimado que 2 milhões de brasileiros viva com o transtorno. O Censo 2022 fará um novo levantamento sobre o assunto. Já a Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que uma a cada 160 crianças tenha autismo no mundo.
Levar e buscar na escola, ir ao psicoterapeuta, fonoaudiólogo, aderir à prática de esportes e fazer exames são alguns dos inúmeros compromissos dos pais de autistas. “O que é mais difícil [na rotina] é justamente a quantidade de compromissos que a gente tem”, explica Anderson.
Fonte: site Metrópoles. link acima