Por Dante Navarro
Se você quer inflar números rápido, alguns influenciadores já “ensinaram” o atalho: espalhar ódio, plantar iscas emocionais e provocar brigas — geralmente atacando políticos (de direita ou de esquerda), ministros do Supremo Tribunal Federal, ou até defendendo ideias absurdas como uma “invasão” do Brasil pelos Estados Unidos da América.
Funciona para engajar? Sim. Faz bem? Não.
A receita do engajamento tóxico
- Provocação constante (rage bait)
- Maniqueísmo: “nós contra eles”
- Fake news travestidas de opinião
- Ataques pessoais em vez de argumentos
O resultado vem rápido: comentários, compartilhamentos… e ansiedade coletiva. A conta chega — sempre.
A receita da paz (e da sanidade)
Se a sua meta é cuidar da saúde mental e do ambiente digital, a solução é simples — e poderosa:
- Bloqueie perfis que espalham ódio
- Silencie fontes de fake news
- Siga criadores que informam e constroem
- Consuma menos conteúdo que provoca raiva
É a melhor forma de quebrar o ciclo. Não dá palco, não dá audiência, não alimenta o problema.
O que você cultiva, cresce
Quando normalizamos o ódio, ele vira rotina. Quando escolhemos a paz, ela vira hábito. Chame de educação digital, higiene mental — ou espiritualidade prática. O nome pouco importa; o efeito, sim.
Dica prática: no Instagram e no Facebook, use Bloquear, Silenciar e Não tenho interesse. Seu feed aprende rápido.
E você? Já limpou seu feed este mês?
Salve para lembrar. Compartilhe com quem precisa.
Porque, no fim, paz também é uma escolha — diária.
Palavras-chave: redes sociais, saúde mental, fake news, discurso de ódio, engajamento digital, Instagram, Facebook, polarização política