Às vezes, a advocacia parece pesada demais.
Os desafios se acumulam, a solidão aperta, os honorários atrasam… e o sonho que nasceu com brilho nos olhos vai ficando escondido atrás de tantas batalhas.
Mas, na noite desta quarta-feira, 26 de novembro, algo diferente aconteceu: 70 advogados e advogadas se reuniram para lembrar por que começaram.
E para descobrir que não precisam caminhar sozinhos.
Uma noite de reencontro com a missão da advocacia
O encontro, realizado de forma online e conduzido pelo presidente e fundador da Associação Brasileira de Advogados, Esdras Dantas de Souza, foi muito mais do que uma apresentação institucional.
Foi um convite para reconectar mente, coração e propósito.
Durante quase duas horas, advogados de todo o Brasil ouviram — talvez pela primeira vez — que a advocacia não é um lugar para heróis solitários, mas para profissionais unidos por uma causa comum: a dignificação da profissão.
Histórias reais foram compartilhadas.
Desabafos sinceros surgiram no chat.
E a mensagem ficou clara: quando a ABA se rúne, a advocacia respira.
A ABA como resposta às dores reais da advocacia brasileira
A ABA não nasceu para ser mais uma entidade no papel.
Ela nasceu porque milhares de advogados enfrentam:
- a desvalorização do seu trabalho;
- a dificuldade de conquistar visibilidade;
- o medo do futuro na carreira;
- a falta de apoio emocional e institucional;
- a solidão diária do exercício profissional.
No encontro desta quarta-feira, muitos participantes relataram exatamente isso.
Mas também relataram algo ainda mais poderoso:
que depois de entrar na ABA, voltaram a acreditar em si mesmos.
A ABA oferece:
- visibilidade profissional;
- networking real;
- oportunidades de liderança;
- participação em eventos nacionais;
- apoio às dores emocionais e estruturais da advocacia;
- um ambiente onde o advogado volta a ter voz, nome e respeito.
Na ABA, ninguém é invisível.
Na ABA, todos podem crescer.
Um movimento humano, ético e transformador
Mais do que benefícios concretos, o que os advogados sentiram foi pertencimento.
A sensação rara — e tão necessária — de que existe um lugar onde a advocacia é respeitada, cuidada e impulsionada.
A ABA lembrou a todos que:
- dignidade não é luxo, é direito;
- reconhecimento não é vaidade, é necessidade;
- crescer não é ego, é sobrevivência;
- apoiar o outro não reduz ninguém, multiplica todos.
E isso explica por que tantos advogados, depois de conhecer a ABA, dizem a mesma frase:
“Eu me reencontrei na profissão.”
A ABA não transforma só carreiras.
A ABA transforma pessoas.
Conclusão — Uma nova advocacia começa quando alguém acredita em você
Na noite de 26 de novembro, 70 advogados descobriram (ou redescobriram) algo grande: a advocacia tem cura, tem saída, tem futuro — quando você não caminha sozinho.
A ABA mostrou que existe, sim, uma nova forma de exercer o Direito:
mais humana, mais colaborativa, mais visível, mais digna.
E se você sente que precisa de força, apoio e direção,
a ABA está aqui — pronta para te receber.
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E venha viver a advocacia do jeito que ela sempre deveria ter sido:
digna, respeitada e cheia de propósito.